Agência de publicidade e propaganda é uma empresa que presta serviços de criação, planejamento, produção e veiculação de campanhas publicitárias. A maioria das empresas contrata agências de publicidade para promover seus produtos, bem como a imagem de suas organizações. Uma agencia de publicidade pode oferecer serviços de publicidade que abrangem criação de campanhas, logomarcas, websites, materiais promocionais, cartões de visita, artigos de papelaria, ações promocionais, ações de marketing de guerrilha, eventos promocionais etc. Elas também são responsáveis pela veiculação das campanhas publicitárias em rádio, televisão, jornal, revista, mídias sociais e qualquer outro tipo de mídia. Também fornecem serviços de consultoria de marca e embalagem de produtos. Os profissionais responsáveis pela criação das campanhas são chamados de criativos; eles trabalham em duplas - um redator (que fica responsável pela elaboração dos textos) e um diretor de arte (que fica responsável pela parte gráfica/visual da campanha). Atualmente, existem tipos de agência de publicidade onde o trabalho é feito em trios de criação - a dupla e mais um profissional de redes sociais, a fim de pensar em como fazer uma estratégia criativa que envolva essas mídias que têm crescido tanto nos últimos tempos. O publicitário deve pensar em como transmitir a mensagem da marca de forma a seduzir o consumidor e despertar seu interesse em adquirir um produto, serviço, apoiar uma causa, combater alguma ação indesejada etc. Existem diversas formas de fazer essa abordagem ao público como, por exemplo, utilizar um apelo emocional, humor, um tom mais sério e, por vezes, até chocante, a fim de chamar a atenção. Mas, normalmente, as campanhas que fazem mais sucesso com o público e são mais lembradas são aquelas que usam recursos emocionais ou humor. Encontre aqui endereços e telefones de agência de publicidade, propaganda, planejamento estratégico e plano de marketing
Teolândia é um município brasileiro do estado da Bahia. Mata de Rio Preto assim era conhecida. Esse nome em homenagem ao rio que corta nossa cidade, com uma mata rica em variadas espécies da fauna e flora da Mata Atlântica. Próximo ao rio residia um velho conhecido com “JOÃO CABEÇA”, primeiro morador da localidade, que dava rancho aos viajantes e fazia a travessia de pessoas e alimentos, em canoas, de um lado para outro do rio. Em 1940, iniciou-se a construção da Rodovia BA-02 que faziam a ligação entre Gandu e Santo Antônio de Jesus – Bahia. Desta forma, começaram a chegar os novos habitantes para a região. Foram eles: João Evangelista, conhecido por VANGE; Juvenal Rosário Moreira; João Batista dos Santos, sua esposa Marcelina de Jesus, e seus filhos Gerolina (Dona Geró), Olga e João Batista Filho (João Padeiro), que ganhou esse nome devido a sua profissão. Não havia casas e a primeira foi construída pelo senhor João Batista para a sua família, era de taipa, coberta de palha, não tinha luxo, bancos madeira, camas tarimbas, fogão de lenha, potes, talhas, pratos e panelas de barro. Nessa época a energia elétrica não existia. A iluminação ficava a mercê da natureza, a lua ou por tochas que eram acesas às 6 horas da tarde e ficavam acesas até se apagarem. Todos dormiam cedo e acordavam cedo também. As pessoas dessa época eram mais amigas e se preocupavam umas com as outras e se ajudavam mutuamente. A alimentação era feita à base de hábitos comuns como: peixes que existiam em abundância (traíra, piau, pitu e camarão), caças (tamanduás, pacas, capivaras, tatu, macaco, raposa, teiú, onça etc.) e comércio de secos e molhados (carne de baleia, bacalhau e carne do sertão). O comportamento dos moradores eram bem simples. As mulheres usavam vestidos de pregas, saias e blusas abaixo do joelho, sem decotes e com mangas feitos de um tecido chamado “chita e bulgariana”. Os homens usavam calças de tergal compridas e camisas de mangas curtas ou compridas. Os namoros só aconteciam a partir dos dezessete anos de idade. Nunca se via uma moça grávida sem ter se casado. A prostituição não existia, pois não era aceito pela sociedade da época. A homossexualidade era abominável. Apenas na década de 1960 havia um homossexual em Gandu, porém vivia isolado. Em 1947, João Evangelista construiu a primeira casa coberta de telhas. Daí por diante foram surgindo novas construções. Passado algum tempo, o velho João Cabeça morreu, ficando seus parentes e amigos que eram Manoel Sizilio Lopes (Paizinho), Pedro Bispo Clemente (Pedro Velho) e Manoel de Cícero Ramos. Todas essas pessoas moravam em casas cobertas de palhas, paredes de sopapo chão batido. Nessa época, o senhor João Evangelista era comerciante à margem da BA-02, período em que chegavam para região o Senhor João Fernandes e sua esposa procedente do município de Valença-Bahia. Decorrido alguns anos de atividades comerciais, surgiu mais um comerciante da cidade de Gandu-Bahia, o Sr. Zacarias Borges de Oliveira, proprietário de uma casa que vendia secos e molhados por nome de Casa Sertaneja. Em 1952, com o surgimento da política em Taperoá-Bahia, a qual a localidade do Rio Preto pertencia nessa ocasião, o senhor Zacarias foi o baluarte e deu a vitória duas vezes aos candidatos Vitor Meireles e Torquato Gonçalves Guimarães. Nos anos de 1954 e 1958, o senhor Zacarias candidatou-se a vereador pelo PSD (Partido Social Democrático), sendo vitorioso com expressiva votação. No ano de 1962, Zacarias Borges de Oliveira na qualidade de vereador de Taperoá-Bahia, resolveu lutar pela emancipação política do Distrito de Burietá, que havia tomado a categoria de Distrito no ano de 1954, Lei sancionada pelo então Governador Luiz Régis de Pacheco Pereira. Na tentativa de emancipação, nasceu um diálogo entre Constantino de Souza Carneiro (Marinho), Antônio França Jenkens e Zacarias Borges de Oliveira, entre amigos e parentes. Muitos nomes foram cogitados para dar nome ao novo município, mas, surgiu o nome de TEOLÂNDIA, que significa “TERRA DE DEUS”. Após a aprova